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	<title>Waldemar Niclevicz</title>
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	<description>Alpinista Brasileiro</description>
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		<title>Mais alto que o Everest é o chamado da natureza!</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2025 16:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 12 de maio de 2025, fizemos uma tentativa de ataque ao cume do Everest. Chegamos a 8 mil metros de altitude, mas o vento estava simplesmente insuportável, foi preciso recuar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"> Mas a verdade é que não foi apenas uma decisão difícil. Cada passo até o Colo Sul (7.986 m) já havia sido uma batalha. O Flanco do Lhotse parecia não ter fim, e atravessar o Esporão de Genebra levou muito mais tempo do que eu imaginava. Mas, justo ao pôr do sol, às 18h45, consegui me lançar dentro de uma barraca no Acampamento 4. Era a chegada a um novo limite do corpo e da mente.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Naquele momento, pensei: “Esse vento precisa diminuir, senão será impossível tentar o cume.” Mas o que aconteceu foi o contrário. O vento aumentou, um rugido constante que chicoteava a barraca e nos impedia de dormir. Às duas da manhã, um jovem sherpa que eu nunca tinha visto entrou em nossa barraca, praticamente mudo por não falar inglês, tremendo de frio e com as mãos congeladas. Carregara garrafas de oxigênio até ali, mas não tinha comida nem água. Cuidei dele como pude, massageei suas mãos, dei minhas luvas, ofereci chá quente a cada acesso de tosse. Estava sem saco de dormir, assim como eu. Sobrevivíamos com nossos macacões, num frio de 30 graus negativos.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Às quatro da madrugada, outro sherpa apareceu, exausto, e também se jogou dentro da barraca. Lá fora, o vendaval seguia ensurdecedor.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Ao amanhecer, nosso chefe dos sherpas veio desde a sua barraca, trazendo um pouco de chá, confirmando que subir seria impossível. Era hora de descer. Estávamos a poucos passos do paraíso, mas tínhamos que voltar.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Toda descida parece rápida, e no Flanco do Lhotse fomos finalmente abraçados pelo sol. Um novo e belo dia nas alturas do Himalaia. Mas bastava levantar os olhos, e lá estava a pirâmide final do Everest sendo açoitada por ventos de quase 100 km/h, um espetáculo tão grandioso quanto impiedoso.</p>
<p style="font-weight: 400;"> A montanha impôs seu limite. E eu? Eu também reconheci o meu. Desde o início da expedição, sofria com uma infecção de garganta severa. A tosse era constante, mal conseguia engolir, dormir ou me alimentar. A força desapareceu. Cheguei ao acampamento-base com a sensação de estar voltando à Terra após quase tocar o espaço. Faltou tão pouco…</p>
<p style="font-weight: 400;"> Meu sonho era comemorar os 30 anos da minha primeira conquista do Everest em uma noite de lua cheia, como aconteceu em 14 de maio de 1995. Mas agora restava observar a previsão do tempo e torcer por uma nova janela.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Depois de enfrentar aqueles ventos congelantes a 8 mil metros, minha garganta ficou ainda pior. Eu mal conseguia andar dez metros sem parar para respirar. A verdade dolorosa me visitou em silêncio, dentro da barraca, na solidão do acampamento-base: era hora de desistir da escalada. Para viver, eu precisava descer!</p>
<p style="font-weight: 400;"> Mas essa expedição foi muito mais do que uma tentativa de voltar ao topo do mundo. Fui ao Everest com um propósito maior: levar ao cume do planeta a bandeira da Restauração Ecológica, estampada com a silhueta de uma araucária, árvore símbolo do Paraná e hoje ameaçada de extinção.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Essa bandeira representa a luta pela vida e pela biodiversidade. Representa a Reserva Natural do Alpinista, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) que acabo de implementar em Campo Largo (PR). Ali, estamos restaurando um precioso remanescente da Floresta com Araucária, reintroduzindo abelhas nativas e protegendo as nascentes do rio Açungui, que forma o Rio Ribeira, uma das últimas fontes de água potável para milhões de pessoas.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Colocar essa bandeira no cume do Everest era um chamado simbólico ao mundo: precisamos restaurar as florestas, proteger nossas águas e preservar a vida em todas as suas formas. A Restauração Ecológica é um caminho essencial para equilibrar o clima, recompor a flora, trazer de volta a fauna e garantir o futuro da humanidade.</p>
<p style="font-weight: 400;"> A ideia de voltar ao Everest surgiu em 2024, quando, após quatro anos de dedicação à RPPN, meus recursos se esgotaram. E pensei: talvez, ao escalar novamente a montanha mais alta do mundo, eu possa despertar consciências e conquistar o apoio necessário para essa causa. Foi então que nasceu a “Expedição 30 Anos do Brasil no Everest, em prol da Restauração Ecológica”.</p>
<p style="font-weight: 400;"> E deu certo! Pela primeira vez em minha carreira, todas as cotas de patrocínio foram viabilizadas, ainda que às vésperas da expedição. Primeiro veio o apoio generoso do #BrazilsBest Institute (através de seu fundador Philipp Klose), depois da Sanepar, em seguida da Growth Supplements e finalmente da Helisul Aviação, empresa que, como eu, nasceu em Foz do Iguaçu.</p>
<p style="font-weight: 400;"> A verdade é que escalar o Everest é difícil, mas plantar uma floresta viva, onde onças, veados e abelhas nativas possam encontrar refúgio entre nascentes e araucárias, é ainda mais desafiador. E é isso que estamos fazendo na Reserva Natural do Alpinista: restaurando, educando, protegendo.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Graças aos nossos patrocinadores, não só voltei ao Himalaia, como também viabilizamos o plantio de 400 mudas enxertadas de araucária e vamos elaborar o Plano de Manejo da RPPN, com diagnóstico da fauna e da flora, zoneamento e diretrizes para o uso sustentável do território.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Hoje, o meu Everest é a Restauração Ecológica! E que minha maior conquista seja a manutenção da biodiversidade!</p>
<p style="font-weight: 400;">Estou imensamente grato por Deus ter me permitido chegar novamente aos 8 mil metros do Everest e, mais importante ainda, por estar me dando forças para voltar ao Brasil e continuar cuidando das abelhas, dos rios e das araucárias. </p>
<p style="font-weight: 400;">Ao lado dos vizinhos da comunidade de Itambézinho e dos amigos do município de Campo Largo, sei que posso transformar ainda mais esta importante porção da APA da Escarpa Devoniana, a maior unidade de conservação do Paraná!</p>
<p style="font-weight: 400;">Estou com o coração em paz, com o espírito ainda mais comprometido com a montanha que verdadeiramente me importa: a natureza viva e em equilíbrio, que precisa de nós aqui embaixo!</p>
<p style="font-weight: 400;">Muito obrigado pelo carinho de todos! Namastê!</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Expedição 30 Anos do Brasil no Everest, em prol da Restauração Ecológica.</title>
		<link>https://www.niclevicz.com.br/expedicao-30-anos-do-brasil-no-everest-em-prol-da-restauracao-ecologica/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 15:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Niclevicz vai escalar novamente o Everest, mas desta vez com um propósito maior: chamar a atenção para a crise climática e a importância da restauração ecológica para a conservação da biodiversidade, especialmente das espécies ameaçadas de extinção.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao celebrar o 30º aniversário da conquista brasileira do Everest, Waldemar Niclevicz pretende chamar a atenção mundial para a relevância da restauração ecológica como um passo fundamental para restabelecer o equilíbrio ambiental em áreas degradadas. Esse processo é vital para a recomposição da flora, a recuperação de nascentes, o retorno natural da fauna e, consequentemente, para a preservação de toda a biodiversidade. Tais ações são essenciais para a humanidade enfrentar as mudanças climáticas e garantir sua própria sobrevivência.</p>
<p>A nova escalada ocorrerá em abril e maio de 2025. Em 12 de março de 2025, foi inaugurada a “RPPN Reserva Natural do Alpinista Waldemar Niclevicz RNAWN”. O objetivo é restaurar um importante remanescente da Floresta com Araucária, reintroduzir abelhas nativas e proteger as nascentes do rio Açungui, que forma o rio Ribeira de Iguape.</p>
<p>Em 1995, Niclevicz recebeu das mãos do Pelé a bandeira do Brasil que tremulou pela primeira vez na história literalmente no Topo do Mundo. Agora, durante a inauguração da RNAWN, Niclevicz recebeu da Flávia Arantes, filha do Pelé, a bandeira da Restauração Ecológica, simbolizando uma araucária, que será levada até o topo do Everest. Este gesto visa alertar a população mundial e inspirar pessoas e empresas a criarem unidades de conservação e a adotarem atitudes que promovam o restabelecimento do equilíbrio ambiental em nosso planeta.</p>
<p>A Reserva Natural do Alpinista, localizada no município de Campo Largo, PR, é composta por 116 hectares, sendo 34 hectares uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural). Porém, ainda é necessário realizar o levantamento da fauna e da flora, bem como o respectivo Plano de Manejo, exigidos pelos órgãos ambientais, objetivos que serão cumpridos com o patrocínio da nova expedição ao Everest.</p>
<p>A &#8220;sede&#8221; da Reserva Natural já foi construída, o plantio de araucárias e outras espécies nativas está em pleno andamento. O retorno da fauna pode ser notado com o avistamento de animais como o veado-catingueiro, a onça-parda, cutias, iraras e uma infinidade de aves.</p>
<p>A RPPN já está recebendo a visita de alunos de escolas públicas e privadas. A educação ambiental é focada na restauração ecológica, no plantio de araucárias, na importância dos polinizadores e na proteção dos rios e nascentes.</p>
<p>Para ver fotos e vídeos, busque no Instagram por #RNAWN.</p>
<p><strong>OBJETIVOS DA EXPEDIÇÃO:</strong></p>
<p><strong>• Comemoração Histórica:</strong> celebrar os 30 anos da primeira escalada brasileira do Everest, realizada por Waldemar Niclevicz e Mozart Catão em 1995.</p>
<p><strong>• Conscientização Ecológica:</strong> alertar sobre a crise climática e engajar pessoas na causa ambiental, demonstrando a importância da restauração ecológica.</p>
<p><strong>• Aprimoramento da Reserva Natural do Alpinista:</strong> levantar recursos para o plantio de 400 mudas enxertadas de araucária, para a realização do diagnóstico da flora e da fauna, e desenvolvimento e implementação do Plano de Manejo da RPPN.</p>
<p><strong>• Geração de Valores:</strong> potencializar a integração de esporte e aventura com conservação da natureza, gerando valores socioambientais significativos para a imagem do patrocinador.</p>
<p style="font-weight: 400;">A<strong> “Expedição 30 Anos do Brasil no Everest, em prol da Restauração Ecológica”, </strong>conta com o patrocínio da<strong><a title="Sanepar" href="https://site.sanepar.com.br" target="_blank"> Sanepar</a>, <a title="Growth Supplements" href="https://www.gsuplementos.com.br" target="_blank">Growth Supplements</a>, </strong><strong><a title="#BrazilsBest Institute" href="https://www.instagram.com/brazilsbestinstitute/" target="_blank">#BrazilsBest Institute</a> </strong>e <strong><a title="HELISUL" href="https://www.helisul.com" target="_blank">HELISUL</a>.</strong></p>
<p>A partida do Brasil para o Nepal está confirmada para o dia 26 de março de 2025, a expedição vai até o dia 30 de maio de 2025. Os companheiros de Waldemar em sua nova escalada serão os alpinistas Freddy Rangel e Pedro Hauck. </p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>A conquista dos Quatro Mil dos Alpes!  Reserva Natural do Alpinista: o novo desafio!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 13:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando temos objetivos e estamos focados em nosso propósito, a vida de fato é um sopro! Assim nos damos conta do quanto é importante aproveitar cada minuto, cada oportunidade, e como realmente tudo só depende de nossas atitudes!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os últimos meses passaram voando e a sensação da importância de cada um de nossos dias se tornou mais evidente, não apenas porque finalizei o projeto “Quatro Mil dos Alpes”, mas porque iniciei um outro, sem dúvida o mais importante da minha vida, que é implementar uma Reserva Natural.</p>
<p>Escalar montanhas para mim passou a ser uma profissão há mais de 36 anos, encarada com seriedade e disciplina, desde a primeira escalada do Aconcágua, no dia 18 de fevereiro de 1988. </p>
<p>Sim, faz parte do alpinismo a coragem, a determinação, a superação, pois inevitavelmente a montanha leva à prova a nossa capacidade física e técnica. Mas é preciso ir além, não basta ter raça e disposição, é preciso ser racional e entender que o planejamento, a preparação, uma boa estratégia e um bom plano de ação, é o que vai nos levar ao sucesso!</p>
<p>Completar a escalada de todos os 82 picos dos Alpes com mais de 4 mil metros de altitude foi muito mais exigente do que eu achava! Eu sabia que não seria fácil, mas a pandemia e a crise climática deixaram o desafio ainda maior, e exigiram uma nova abordagem, uma ida aos Alpes no início da primavera, em abril, enquanto o normal seria ir em pleno verão, em julho e agosto.</p>
<p>De fato, em pleno verão os dias são espetaculares, mas sabemos que tem feito mais calor mais do que o normal, e não só no verão. O último inverno nos Alpes foi o mais quente e seco de toda a história, segundo os registros do MeteoSwiss. O inverno teve cara de primavera, fevereiro e março tiveram dias de pleno sol e nenhuma precipitação.</p>
<p>Então eu cheguei nos Alpes e a primavera passou a ter cara de inverno, nevou mais de um metro e meio nas montanhas. Na primeira semana de abril nevou quase todos os dias.<br />
Mas na semana da Páscoa veio uma trégua, cinco dias de tempo bom, que aproveitamos para escalar o Les Droites (4.000m), a Aiguille Verte (4.122m) e o Grande Rocheuse (4.102m), faltou então apenas UM Quatro Mil para ser escalado!</p>
<p>No dia que deixamos as montanhas de Chamonix (França), domingo de Páscoa, eu voltei para o meu acampamento-base, um pequeno hotel no Vale d’Aosta (Itália), e naquela noite começou a chover. Na segunda-feira vi que os topos das montanhas amanheceram brancos de neve, nas altitudes mais baixas choveu dois dias, e na quarta, acreditando na previsão do tempo, corremos novamente para as montanhas, e, por fim, escalamos a Aiguille du Jardin (4.035m) na quinta-feira, feriado de Tiradentes, o que representou a entrada do Brasil no seleto clube dos países que completaram a escalada de todos os 82 Quatro Mil dos Alpes, algo que só tinha acontecido até então com países europeus e com apenas 51 alpinistas!</p>
<p>Para mim, sem dúvida, foi o projeto mais importante da minha carreira de alpinista, em razão da beleza e imponência das montanhas, e do caráter histórico-cultural, pois cada Quatro Mil representa uma página da história do alpinismo mundial, que começou oficialmente como esporte com a escalada do Mont Blanc, em 1786.</p>
<p>Meus sinceros agradecimentos a Audi do Brasil pelo patrocínio do projeto Quatro Mil dos Alpes! Estivemos juntos desde o início, em 2018, e apesar da pandemia continuamos juntos até a sua conclusão, em 2022!  </p>
<p>Também agradeço imensamente ao Vini Todero e ao Marcos Nepomuceno Costa, sem eles seria impossível a realização das escaladas em abril. Dois grandes alpinistas brasileiros que moram na Suíça, e que deram à conclusão do projeto um sabor verde-amarelo a mais!</p>
<p>Retornei ao Brasil no início de maio, nem bem consegui noticiar na mídia o grande feito, e minhas atenções logo se voltaram para a implementação da Reserva Natural do Alpinista ou RNAWN. As obras já tinham começado, o plantio de araucárias e a criação de abelhas também, tudo exigindo muita atenção, pois obstáculos não faltaram.</p>
<p>Desde o início da ideia de implementar uma Reserva Natural, descobri que ser empreendedor ambiental no Brasil é algo extremamente difícil e desafiador, é preciso ter de fato um ideal ambientalista para não desanimar!</p>
<p>Mas, como já disse no início, temos que seguir o nosso propósito e fazer acontecer!<br />
O objetivo é restaurar uma área degradada de 113 hectares com o plantio de araucárias e outras espécies nativas, garantindo a polinização da floresta com a criação de abelhas com e sem ferrão, e focar na educação ambiental, como forma de gerar uma consciência preservacionista, principalmente nas crianças.</p>
<p>Geograficamente, estamos em um triângulo, na junção dos rios Açungui e Palmital (continuação do rio do Matos), que formam um grande corredor ecológico as margens da Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana, na localidade de Itambézinho, município de Campo Largo, próximo a Curitiba.</p>
<p>As obras da sede foram concluídas em dezembro de 2023, está pronta a Casa do Mel (Unidade de Beneficiamento de Mel, já estamos produzindo mel orgânico da melhor qualidade), e foi finalizada a Casa de Trabalho (sala de aula, amplo espaço para eventos, alojamento para pesquisadores, marcenaria, cozinha, refeitório e depósitos). </p>
<p>Estamos construindo um viveiro de mudas nativas e já plantamos mais de mil árvores que estão na lista de espécies em perigo de extinção, entre elas perobas, sassafrás, cedros, ipês, angicos e centenas de araucárias (dentre elas 350 enxertadas visando a produção precoce de pinhão).</p>
<p>Já fizemos o georreferenciamento e esperamos a resolução de algumas exigências burocráticas para finalizar a retificação de nossas matrículas.</p>
<p>Até o momento estou investindo apenas recursos próprios, mas como é tudo muito oneroso, precisamos de patrocinadores e parcerias. </p>
<p>Precisamos de recursos para o diagnóstico da fauna e da flora, zoneamento da área e respectivo Plano de Manejo.</p>
<p>Agradecemos o importante apoio de algumas empresas e amigos que nos doaram 250 mudas de araucárias enxertadas. Cada uma delas custa R$ 150,00.</p>
<p>Conto com a sua ajuda, indique o nosso projeto de RPPN para uma empresa ou pessoa que possa se juntar a nossa causa de restaurar um importante remanescente da Floresta com Araucária. </p>
<p>Que a Reserva Natural do Alpinista seja um grande legado para as futuras gerações! Muito obrigado!</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Aiguille Verte</title>
		<link>https://www.niclevicz.com.br/aiguille-verte/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 21:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Quatro Mil mais ao norte do Maciço do Mont Blanc, situado em um grandioso ambiente, protegido pela muralha das Grandes Jorasses e suspenso acima dos glaciares de Talèfre e de Argentière, na verdade é um “maciço” em si, com 4 Quatro Mil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Escalada em</strong>: 16 de abril de 2022.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Junto com</strong>: Vinícius Todero.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Rota percorrida</strong>: Normal, Corredor Whymper.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Dificuldade</strong>: “D”, difícil, até 55º em neve e misto. Via sobre neve vertical e longos trechos sem possibilidade de proteção, necessário saber progredir com confiança em trechos expostos.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ponto de apoio:</strong> Refuge du Couvercle (2.687m).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Desnível:</strong> 1.400m do refúgio, 600m as dificuldades.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Tempo estimado</strong>: dois a três dias.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Época adequada</strong>: primavera (abril, maio) e início do verão (junho); devido ao aquecimento global a rota se encontra impraticável em pleno verão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Acesso / Aproximação</strong>: desde Chamonix, seguir de trem cremalheira até Montenvers (1.900m). Descer até o Mer de Glace de teleférico ou pela via ferrata. Seguir pelo glaciar a princípio pelo lado direito, logo ao centro, e já perto da confluência com o Glaciar Leschaux, atravessar completamente para à esquerda, procurando encontrar um grande quadrado branco pintado no paredão de rocha, que marca o início das escadas verticais que levam ao refúgio. A ferrata é bem vertical e exposta, seguir com muito cuidado, recomendável se encordar ou pelo menos usar cadeirinha com duas altos longas. Ao final da ferrata seguir a trilha bem marcada até o refúgio. Total de 3 a 5 horas de caminhada desde Montenvers, o tempo depende da quantidade de neve encontrada na ferrata, que pode ser abundante na primavera, neste caso vale a pena ir com esquis, mas se o glaciar estiver “seco”, raquetes de neve ou apenas as botas são suficientes.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Equipamento necessário</strong>: completo de alta montanha, duas cordas de 60m, 4 friends (pequenos e médios), dois grampos de gelo, 8 costuras longas, cordeletes para montar paradas, grampões, dois piolets por pessoa.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Escalada</strong>:</p>
<p style="font-weight: 400;">A escalada foi feita em abril, praticamente no inverno, no final da primavera pode ser impossível atravessar a rimaya que antecede o Corredor Whymper, pois ela fica muito aberta e gigantesca. Com sorte se consegue atravessar a rimaya até final de junho.</p>
<p style="font-weight: 400;">Muito importante sair do Refúgio du Couvercle por volta da meia noite, no mais tardar à uma da madrugada, pois logo ao amanhecer a face sul da montanha, por onde transcorre a rota, é aquecida pelo sol facilitando a queda de pedras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Às 24h15 partimos do refúgio, com lua cheia! Levamos três horas até a base do corredor Whymper. Atacamos a rimaya pela direita, logo seguimos para cima, mas tendo cuidado de ir ganhando aos poucos os corredores mais à esquerda, até chegar no Whymper propriamente dito, que é gigantesco, inconfundível. Ficar atento pois se subir muito pelos corredores secundários, vai acabar indo para as encostas elevadas do Grande Rocheuse.</p>
<p style="font-weight: 400;">Uma vez no Corredor Whymper é só tocar para cima, superando alguns saltos verticais, o mais inclinado deles é o que antecede o colo do Grande Rocheuse, aonde chegamos às 6h30, com o dia prestes a amanhecer. Seguimos então por mais meia hora pela exposta crista até o cume da Aiguille Verte. Lindíssimo amanhecer, após uma escalada realmente prazerosa graças a lua cheia!</p>
<p style="font-weight: 400;">Havíamos estado na dianteira durante toda a subida, mas logo que chegamos ao cume várias cordadas nos alcançaram, talvez umas dez, pois era feriado de Páscoa. Enquanto elas rapidamente tocavam o cume e desciam, voltamos ao colo que está no alto do Corredor Whymper e de lá fomos ao cume do Grande Rocheuse.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Descida</strong>: Importante estar rapelando o Corredor Whymper antes das dez horas da manhã, para evitar o risco de ser atingido por quedas de pedras ou por avalanches, principalmente na travessia pelos corredores secundários na parte baixa da parede. São cerca de 14 rapeis de 60 metros cada um. Existem paradas por todos os lados, evitar as menores, as melhores (com várias fitas e cordeletes) são as que de fato estão no caminho certo, e praticamente a cada 60 metros. Depois de descer cerca de 1/3 da parede, ir rapelando caindo ligeiramente para à direita, mantendo esta linha se chega sem problemas ao “corredor secundário” que nos leva ao ponto mais baixo do corredor acima da rimaya, que pode ser saltada com um rapel das paradas que estão na rocha do lado direito (isso olhando para cima).</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Les Droites</title>
		<link>https://www.niclevicz.com.br/les-droites/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 00:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Quatro Mil "redondo", exatos 4.000m!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Escalada em</strong>: 14 de abril de 2022.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Junto com</strong>: Vinícius Todero.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Rota percorrida</strong>: Normal, Esporão Oriental.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Dificuldade</strong>: “AD+”, relativamente difícil, III em rocha (M3 em condição de misto, neve e gelo), até 50º em neve.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ponto de apoio:</strong> Refuge du Couvercle (2.687m).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Desnível:</strong> 1.300m do refúgio, 600m as dificuldades.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Tempo estimado</strong>: dois a três dias.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Época adequada</strong>: primavera (abril, maio) e início do verão (junho); devido ao aquecimento global a rota se encontra impraticável em pleno verão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Acesso / Aproximação</strong>: desde Chamonix, seguir de trem cremalheira até Montenvers (1.900m). Descer até o Mer de Glace de teleférico ou pela via ferrata. Seguir pelo glaciar a princípio pelo lado direito, logo ao centro, e já perto da confluência com o Glaciar Leschaux, atravessar completamente para à esquerda, procurando encontrar um grande quadrado branco pintado no paredão de rocha, que marca o início das escadas verticais que levam ao refúgio. A ferrata é bem vertical e exposta, seguir com muito cuidado, recomendável se encordar ou pelo menos usar cadeirinha com duas altos longas. Ao final da ferrata seguir a trilha bem marcada até o refúgio. Total de 3 a 5 horas de caminhada desde Montenvers, o tempo depende da quantidade de neve encontrada na ferrata, que pode ser abundante na primavera, neste caso vale a pena ir com esquis, mas se o glaciar estiver “seco”, raquetes de neve ou apenas as botas são suficientes.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Equipamento necessário</strong>: completo de alta montanha, uma corda de 60m, 4 friends (pequenos e médios), dois grampos de gelo, 8 costuras longas, cordeletes para montar paradas, grampões, dois piolets por pessoa.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Escalada</strong>:</p>
<p style="font-weight: 400;">A escalada foi feita em abril, praticamente no inverno, pois nos últimos anos tem sido impossível atravessar a rimaya que antecede o Corredor Obliquo no verão devido a falta de neve, quando também é extremamente alto o risco de acidentes devido a quedas de pedras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Muito importante sair do Refugio du Couvercle por volta da meia noite, no mais tardar à uma da madrugada, pois logo ao amanhecer a face sul da montanha, por onde transcorre a rota, é aquecida pelo sol facilitando a queda de rochas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Apesar de ser uma “rota normal” a via é bastante completa, com a travessia de um glaciar bem gretado no início, trechos verticais, saltos de rocha, misto e uma crista bem exposta ao final, escalada reservada apenas para alpinistas experientes.</p>
<p style="font-weight: 400;">Leva-se cerca de duas a três horas até a base do Corredor Obliquo, um entalho bem na metade do Esporão Oriental (o terceiro esporão, o mais à direita ou o mais ao leste, observando-se a montanha desde o refúgio). Atravessar a sua rimaya pode ser mais fácil pela direita, ou até impossível com a chegada do verão. O corredor é bem uniforme, com 200 m de altura, com 45º e 50º de inclinação, e vai da esquerda para à direita, por isso é denominado “obliquo”. Com boa neve seguir pelo centro, com pouca neve subir pelas rochas à direita, até se atingir o fio do Esporão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Depois a rota é bem intuitiva, vai ficando mais vertical, é preciso seguir a fio do amplo esporão por uns 200m, depois sair levemente pela sua direita, através de corredores de neve e saltos de rocha, por terreno misto, até a parte nevada na parte superior da montanha. Foi nesse trecho que enfrentamos a maior dificuldade. Devido ao excesso de neve nos afundamentos até o joelho, foi bem difícil abrir o caminho, mas ao chegar já perto do cume as condições melhoraram, passamos pelo “corredor escondido”, contornando uma grande torre de rocha pela direita, para logo atingirmos a afiada crista que se equilibra do outro lado com o abismo da face norte. Crista com gelo duro, delicada, e logo cume!</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Descida</strong>:</p>
<p style="font-weight: 400;">A descida foi menos complicada do que eu pensava, mas deu trabalho, fomos rapelando quando possível, para isso improvisamos três paradas, e encontramos mais umas quatro paradas velhas. No corredor desescalamos tudo pois a neve ainda estava dura. Chegamos na base do corredor por volta das 14h30, e no refúgio às 16h30m.</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>A esperança é a âncora da nossa alma!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2021 15:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenha esperança e mantenha o seu otimismo! Conserve seu equilíbrio, recomponha suas energias, viva o presente e lute na certeza de vencer!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano cheio de escaladas difíceis seria, para mim, muito mais fácil de ser superado do que qualquer um desses últimos dois anos que enfrentamos!</p>
<p>Impossível não lamentar quantos projetos e sonhos não foram realizados pela delicada situação que ainda vivemos! A pandemia nos trouxe incertezas, insegurança, hesitação!</p>
<p>Como nunca, olhar para frente com esperança é o nosso grande desafio, um esforço a ser feito a cada dia!</p>
<p>Deixo, como exemplo, o que acontece comigo quando estou escalando uma grande montanha: descobrir o que existe atrás da próxima crista, além daquele cume que ainda não é o principal, passa a ser uma obsessão, uma vontade irrefreável de realização, de chegar no topo!</p>
<p>Sim, esperança, Fé, é o que te desejo em todos os momentos da sua vida!</p>
<p>Não desanime diante das adversidades, elas sempre irão existir! Se fortaleça diante de cada obstáculo e não deixe que nada pare a realização do seu sonho!</p>
<p>Diante do que estamos vivendo, talvez você demore um pouco mais para chegar no topo do seu próprio “Everest”, mas, mesmo que demore mais do que você gostaria, tudo só depende na verdade de você, e o importante de fato é um dia chegar lá!</p>
<p>Que Deus lhe traga esperança, a inspiração necessária para que você continue em frente, em busca da realização de cada um dos seus sonhos!</p>
<p>Namastê! </p>
<p><strong>Momentos marcantes do projeto Quatro Mil dos Alpes, não deixe de ver os vídeos que resumem as escaladas que já fizemos: </strong><br /><strong>- filme de 2018: <a href="https://youtu.be/BgRS8qZNpZo">https://youtu.be/BgRS8qZNpZo</a></strong><br /><strong>- filme de 2019: <a href="https://youtu.be/SMiDb1_7gIw">https://youtu.be/SMiDb1_7gIw</a> </strong></p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Apesar de tudo, temos que seguir em frente!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 01:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[ A persistência é o caminho do êxito! Não podemos desistir de realizar os nossos sonhos!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente sinto uma grande sensação de realização ao final do ano, lembrando dos desafios superados, das amizades desfrutadas, dos projetos realizados, mas em 2020 não foi assim!</p>
<p>Foi um ano com uma atenção constante no desenrolar da pandemia, com a expectativa de que ainda daria tempo de realizar pelo menos parte dos meus sonhos. Duro é perceber que não foi possível!</p>
<p>Antes de uma crista escarpada, no meio de uma grande tempestade, na dúvida para qual direção estou indo, sempre tenho a esperança de vislumbrar um novo horizonte, da natureza voltar a me brindar com dias calmos e ensolarados, e rogo a Deus paciência e sabedoria para tomar as decisões certas.</p>
<p>De repente, o ambiente se torna favorável, e passo a sentir a convicção de estar prestes a superar mais um grande desafio! Não é um passe de mágica, é Fé!</p>
<p>Quantos ensinamentos podemos tirar deste momento obscuro da nossa existência! Temos que respeitar a natureza, aceitar nossas limitações, ter consciência que dependemos uns dos outros, que somos frágeis, que apenas unidos e com humildade vamos conseguir superar obstáculos grandiosos.</p>
<p>Lembro que em março de 2020 eu estava chocado com as 36 mil mortes provocadas pelo Covid na Itália, onde tenho queridos amigos. Na época, no Brasil, tínhamos 5 mil mortes. No início de 2021 a Itália chegou a 70 mil mortes, e no Brasil estávamos com 200 mil! Em março de 2021 a Itália havia ultrapassado  100 mil, e o Brasil 300 mil mortes!</p>
<p><strong>Atualização, início de julho de 2021:<br /></strong>- Itália com 127 mil mortes, situação sob controle, média de 20 mortes por dia, 35 % da população vacinada com as duas doses; <br />- Brasil com 527 mil mortes, situação ainda crítica, média de 2.000 mortes por dia, 13% da população vacinada com as duas doses.</p>
<p>Impossível estar alheio a tanto sofrimento, insensível a tantas vidas perdidas!</p>
<p>Apesar de tudo, temos que seguir em frente, afinal, a persistência é o caminho do êxito! Não podemos desistir de realizar os nossos sonhos!</p>
<p>Durante a escalada da vida encontramos desafios e precisamos fazer escolhas e tomar decisões para alcançar nossos objetivos. A garantia do êxito está dentro de nós, na busca de Deus com o coração, força e entendimento.</p>
<p>Que logo eu possa colocar novamente o meu Audi na estrada, rumo às lindas montanhas dos Alpes, com meus queridos companheiros de escalada, contando com a sua torcida, para ver tremulando lá no alto nossa querida bandeira verde-amarela!</p>
<p>Que não falte persistência e determinação na realização dos seus sonhos!</p>
<p>Que seu caminho seja guiado e iluminado por Deus!</p>
<p>Namastê!</p>
<p><strong>Nas fotos, momentos marcantes do projeto Quatro Mil dos Alpes, não deixe de ver os vídeos que resumem as escaladas que já fizemos: </strong><br /><strong>- filme de 2018: <a href="https://youtu.be/BgRS8qZNpZo">https://youtu.be/BgRS8qZNpZo</a></strong><br /><strong>- filme de 2019: <a href="https://youtu.be/SMiDb1_7gIw">https://youtu.be/SMiDb1_7gIw</a> </strong></p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Niclevicz no topo do Täschhorn (4.491m), Suíça, 9 de agosto de 2019.</title>
		<link>https://www.niclevicz.com.br/niclevicz-no-topo-do-taschhorn-4-491m-suica-9-de-agosto-de-2019-4/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 22:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Banners Home]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>O futuro está em nossas mãos!</title>
		<link>https://www.niclevicz.com.br/o-futuro-esta-em-nossas-maos/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 20:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[É tempo de prudência, não de pânico. 
De encarar os fatos, não o medo.
Não esqueça que podemos diminuir as transmissões e salvar vidas!
Faça a sua parte, fique em casa se possível e respeite as decisões das autoridades de saúde. 
Cuide-se muito! ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Espero que você esteja bem, com saúde!</p>
<p>Eu estou bem, em casa! Dividindo o tempo com minha esposa e filho, atividade física na medida do possível e muito trabalho, pois, mesmo confinado, criei uma lista praticamente interminável do que fazer nestes tempos de quarentena.</p>
<p>Agora eu deveria estar nos Alpes, mas não me lamento por não estar escalando, e sim porque não poderei desfrutar das inúmeras experiências que tive nos dois últimos anos com queridos amigos europeus e brasileiros, na Itália, Suíça e França.</p>
<p>São as experiências que nos fazem evoluir! Como a que aconteceu ano passado nas montanhas do Vale d’Aosta, norte da Itália, junto com minha querida amiga Maria Rostagno, a primeira pessoa que conheci nos Alpes (em 1990). Com ela e seus amigos, dividi o prazer de desfrutar uma polenta feita no fogão a lenha, com cogumelos recém colhidos no bosque que nos rodeava, queijo feito ali mesmo, debaixo de uma árvore secular, com a alegria despertada pelas histórias que cada gole do <em>vino rosso</em> fazia saltar de nossa memória.        </p>
<p>Quem poderia imaginar que após seis meses não poderíamos viver o mesmo momento! Quem poderia imaginar que após tão pouco tempo tamanha felicidade seria substituída pelo assombro de mais de 17 mil mortes (até o dia 7 de abril) (34 mil mortes até o dia 27 de junho), isto apenas na Itália!</p>
<p>O plano para este ano eram duas expedições, a primeira em abril, com o objetivo de finalizar a escalada de todos os 82 picos dos Alpes com mais de Quatro Mil metros. Já escalamos 78, faltam apenas 4, que exigiriam apenas uma semana de tempo bom. Assim sobraria tempo para o início de um novo projeto: a escalada das Faces Norte, as seis maiores e mais difíceis paredes dos Alpes.</p>
<p>A ideia era enfrentar as Face Nortes do Matterhorn e do Eiger em abril, pois são mais seguras quando ainda está bem frio. As outras Faces Norte (Grandes Jorasses, Piz Badile, Cima Grande de Lavaredo e Petit Dru) seriam escaladas em agosto e setembro.</p>
<p>A Audi Brasil, única empresa que apoiou o Quatro Mil dos Alpes desde o início, havia confirmado o patrocínio, e posso dizer que as escaladas seriam feitas com um “time dos sonhos”, já que eu contaria com a companhia de Vinicius Todero e Marcos Costa, dois alpinistas da elite mundial, brasileiros, para nosso orgulho!</p>
<p>“havia confirmado”&#8230; “seriam escaladas”&#8230; posso muito bem mudar estas expressões para “continua patrocinando” e “serão escaladas”, pois não vamos abandonar nossos sonhos, estaremos juntos nos Alpes assim que possível, talvez ainda este ano, ou mais tardar no próximo.</p>
<p><strong>“O apoio da Audi do Brasil aos novos projetos são atemporais. Estaremos juntos nas próximos desafios, tão logo sejam possíveis”, disse Claudio Rawicz, Diretor de Marketing da Audi Brasil.</strong></p>
<p><strong>“O principal é a nossa saúde e as precauções, fique tranquilo enquanto o nosso compromisso com vocês”, disse Johannes Roscheck, Presidente da Audi Brasil.</strong></p>
<p><strong>Obrigado Audi Brasil, por também não abandonar os nossos sonhos!</strong> E que logo possamos voltar juntos para os Alpes, vibrando com a bandeira brasileira nas alturas, servindo de inspiração para que todos também não abandonem os seus sonhos, por mais dificuldades que possamos enfrentar durante os próximos meses.</p>
<p><strong>O futuro está em nossas mãos! </strong></p>
<p><strong>É tempo de prudência, não de pânico. De encarar os fatos, não o medo.</strong></p>
<p><strong>Não esqueça que podemos diminuir as transmissões e salvar vidas!</strong></p>
<p><strong>Faça a sua parte, fique em casa se possível e respeite as decisões das autoridades de saúde. Cuide-se muito! </strong></p>
<p>Somente assim o problema será resolvido para o alívio de todos!</p>
<p>Rogo a Deus que nos permita em breve, aqui no Brasil, na Itália, em todo o mundo, momentos de alegria novamente junto às nossas famílias e amigos.</p>
<p>Que Deus esteja em seu coração! Onde há Luz, há esperança!</p>
<p>Tenho a certeza que vamos comer novamente aquela polenta com a Maria lá no Vale D’Aosta!</p>
<p>Não deixe de ver as escaladas que já fizemos nos Alpes, só clicar no link: <br />- filme de 2018: <a href="https://youtu.be/BgRS8qZNpZo" target="_blank">https://youtu.be/BgRS8qZNpZo</a><br />- filme de 2019: <a href="https://youtu.be/SMiDb1_7gIw" target="_blank">https://youtu.be/SMiDb1_7gIw</a></p>
<p>Super abraço,</p>
<p>Waldemar Niclevicz</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Feliz Natal! Feliz Ano Novo!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[waldemar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Que em 2020 seus projetos se realizem e que suas escolhas sejam sempre iluminadas por Deus, propagando amor, paz e felicidade!

Que as montanhas, e nossos verdadeiros amigos, continuem nos dando o entusiasmo necessário para continuarmos acreditando em nossos sonhos!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>2019 foi um ano muito bom! Convivi mais com os meus amigos e fiz novas amizades, o que me ajudou a evoluir como ser humano e a ter mais esperança em realizar grandes projetos.</p>
<p>Meu trabalho como palestrante, que estava com a demanda reprimida em razão da “crise”, voltou a ter uma boa procura, renovando o meu entusiasmo para superar as expectativas das empresas que me contratam. Dedicação mais do que justificada, pois faz tempo que as palestras é que me proporcionam os recursos financeiros para as expedições, e, muitas vezes, para toda a minha equipe.</p>
<p>Cada palestra continua sendo tão gratificante quanto uma escalada, traz emoção ao publico e a mim, como se mais uma vez eu tivesse chegado ao topo de uma montanha.</p>
<p>Apesar de eu querer deixar bem claro a minha gratidão às empresas que me contratam para palestras, o que realmente marcou 2019 em minha vida foram novamente as montanhas, mais especificamente os Quatro Mil dos Alpes.</p>
<p>Foram incríveis as experiências que tive ao tentar finalizar a escalada de todas as 82 montanhas dos Alpes com mais de quatro mil metros de altitude, projeto iniciado em 2018, e que não pude finalizar em 2019.</p>
<p>Faltaram “quatro” Quatro Mil, que achei melhor deixar para escalar em 2020, porque o risco de um acidente em razão das pedras soltas era muito alto. Os Alpes estão sendo seriamente afetados pelo aquecimento global, há cinco anos que praticamente não neva no inverno, deixando as montanhas no verão sem neve suficiente para conter as pedras nas encostas mais verticais, o que acabou causando dezenas de mortes este ano.</p>
<p><strong>Alpinista bom é alpinista vivo! Aquele que sempre volta para casa!</strong></p>
<p>Este aparente fracasso do projeto Quatro Mil dos Alpes, acabou se transformando no meu maior trunfo de 2019, pois como tenho que voltar para os Alpes acabei elaborando um novo projeto, tão audacioso e desafiador quanto o Quatro Mil, que será divulgado assim que fecharmos detalhes com possíveis, e tão necessários, patrocinadores.</p>
<p>O que posso adiantar é que em 2020 vamos enfrentar rotas de elevado grau de dificuldade, com escaladores brasileiros que hoje fazem parte da elite mundial. Vai ser emocionante!</p>
<p>Enquanto não chega a hora de voltar para os Alpes &#8211; que vai acontecer primeiro em abril, e depois em julho e agosto de 2020 &#8211;  vou trabalhando na edição de um filme sobre os Quatro Mil, e já é possível ter uma ideia de como ele vai ficar acessando o <a href="https://www.youtube.com/channel/UCu8UkfEAJPPuUFnCE0p6VNg" target="_blank">meu canal no Youtube</a>, não deixe de assistir: <a href="https://youtu.be/BgRS8qZNpZo" target="_blank">teaser de 2018</a> e <a href="https://youtu.be/SMiDb1_7gIw" target="_blank">teaser de 2019</a>.</p>
<p>Minha gratidão aos amigos alpinistas que estiveram comigo este ano nos Alpes: aos brasileiros Alexandre Mellek, José Luiz Hartmann, Rogério Oliveira, Marcio Hoepers, Daiane Luise e Vinicius Todero; ao chileno Raúl Barros; ao suíço Florian Peter; ao italiano Mirco Marchisio.</p>
<p>Minha gratidão as únicas empresas que apoiaram o projeto Quatro Mil dos Alpes: a argentina Ansilta e a Audi Brasil.</p>
<p>Desejo a todos um feliz e abençoado Natal!</p>
<p>Que em 2020 seus projetos se realizem e que suas escolhas sejam sempre iluminadas por Deus, propagando amor, paz e felicidade!</p>
<p>Que as montanhas, e nossos verdadeiros amigos, continuem nos dando o entusiasmo necessário para continuarmos acreditando em nossos sonhos!</p>
<p>Namastê!</p>
<p>Waldemar Niclevicz</p>
<p>PS: segue uma seleção de fotos dos Quatro Mil dos Alpes, a essência do Alpinismo.</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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