Niclevicz no cume do K2 (8.611m) Trango Tower
Niclevicz no cume do K2 (8.611m)
Niclevicz no cume do K2 (8.611m)

 Sobre o Waldemar
 Palestras
 Alpinismo
 Everest Lhotse
 Ano Internacional  das Montanhas
 Projeto K2
 Trango Tower
 Os Sete Cumes
 Equipamentos
 Montanhas
 Sagarmatha
 Cartão Virtual
 Fale Comigo
 Niclevicz Responde
 Livros e Vídeos
 Camisetas
 Everest 10 Anos
 Imprensa
 Download
 Mundo Andino
 Novidades on-line

Clique aqui para acessar o site da SantherClique aqui para acessar o site da Air FranceClique aqui para acessar o site da Omni
Clique para ver a foto ampliada!

 

 

Waldemar Niclevicz e Irivan Gustavo Burda

tornaram-se os primeiros brasileiros a escalar o Makalu,

no dia 11 de maio de 2008.

 

 

 

O MAKALU

 

O Makalu, com 8.463 metros de altitude, é a 5ª maior montanha do mundo.

 

Está localizado na fronteira do Nepal com a China (Tibet), apenas a 22Km a leste do Everest.

 

É um pico isolado cuja forma lembra uma pirâmide de quatro faces, considerado uma das mais difíceis montanhas de se escalar do mundo, mas também uma das mais fascinantes e bonitas entre as 14 com mais de 8 mil metros de altitude.

 

Foi escalado a primeira vez no dia 15 de maio de 1955 pelos franceses Lionel Terray e Jean Couzi. Até hoje aproximadamente 250 alpinistas chegaram em seu ponto mais alto.

 

Waldemar Niclevicz e Irivan Gustavo Burda fizeram uma tentativa de escalar o Makalu em 2007. Com recursos limitados, devido a falta de patrocínio, e também em razão da grande quantidade de neve, chegaram até os 7.800m de altitude. Foram os únicos alpinistas a tentar superar os 8.463m do Makalu em 2007.

 

Em 2008 a situação foi completamente diferente: devido a proibição das escaladas das montanhas chinesas (Everest face norte, Cho Oyo e Shisha Pangma) (segundo o governo chinês, em razão da subida da tocha olímpica ao topo do Everest), um número maior de alpinistas visitaram as montanhas do Nepal, inclusive o Makalu, foram mais de 12 equipes, praticamente 80 pessoas.

 

Outro fator importante para o sucesso foi o patrocínio da Santher (www.santher.com.br) e da Omni Financeira (www.omni.com.br), bem como o apoio da Air France (www.airfrance.com.br), empresas que viabilizaram todos os recursos para que finalmente fosse colocado a Bandeira do Brasil no alto desta grande montanha.

 

 

COMO FOI A EXPEDIÇÃO

 

Tanto em 2007 como em 2008, A EXPEDIÇÃO BRASIL MAKALU foi genuinamente brasileira, chefiada e organizada por Waldemar Niclevicz, em parceria com o também paranaense Irivan Gustavo Burda.

 

Foram realizadas durante os meses de abril e maio, primavera no Himalaia, época mais propícia para o sucesso da escalada.

 

Waldemar e Irivan, aproveitando da experiência adquirida na tentativa de 2007, mudaram alguns aspectos estratégicos para a expedição de 2008. A grande mudança foi a aproximação ao acampamento-base de helicóptero, economizando assim cerca de 10 dias de expedição (pelo menos 16 contando com o retorno) e deixando de se realizar uma caminhada de 104Km.

 

O helicóptero deixou a equipe a 4.800m, no chamado Acampamento Hillary ou Acampamento-base Sul do Makalu, o verdadeiro acampamento-base está a 5.700m, 8Km acima, de lá é que foram feitas as investidas ao Makalu, através da Crista Noroeste e Face Norte, a rota de escalada mais acessível, a mesma usada pelos conquistadores franceses, em 1955. Para se chegar no alto do Makalu (8.463m), foram montados três acampamentos superiores, C1 (6.760m), C2 (7.450m) e C3 (7.900m).

 

Com o objetivo de adaptar o organismo ao ar rarefeito (aclimatação), em 2008 foi realizado uma pequena viagem a Bolívia, às vésperas da partida para o Himalaia. Irivan e Waldemar ficaram em um refugio de montanha situado a 4.700m de altitude, de onde escalaram o Cerro Huayna Potosi (6.088m), no dia 6 de abril.

 

Voltaram para o Brasil dia 8 de abril, e logo no dia 10 partiram em vôo da Air France com destino a Bangkok, passando por Paris, e então seguiram até Kathmandu.

 

O início da expedição foi marcado por um sério acidente, no dia 19 de abril, quando o helicóptero que levava parte da equipe e equipamentos, se espatifou no Hillary Camp (4.800m), veja as impressionantes imagens no link a seguir: www.niclevicz.com.br/filme.wmv . Felizmente ninguém se machucou.

 

Passado o susto a equipe deu prosseguimento ao cronograma da expedição, seguindo para o acampamento-base (5.700m), de onde de fato se deu o início da escalada.

 

Junto com Irivan e Waldemar, compartindo custos, estavam na mesma equipe mais 7 alpinistas. Logo ao chegar no acampamento-base o colombiano Marco Arango contraiu um edema pulmonar e foi obrigado a desistir da escalada, retornando para Kathmandu. Assim os que reuniram esforços para superar o Makalu foram, além de Waldemar e Irivan: o alemão Ralf Dujomovits (que já havia escalado 12 dos 14 Oito Mil); os espanhóis Rafael Sanches de La Coba e Carlos Soria (que já havia escalado 7 Oito Mil); o colombiano Fernando Gonzáles Rubio (que já havia escalado 7 Oito Mil); o equatoriano Santiago Quintero (com 1 Oito Mil); e o argentino Carlos Hernan Wilke (com 1 Oito Mil).

 

O espanhol Rafael não se adaptou bem ao ar rarefeito, ficando apenas no acampamento-base, mas sua participação foi fundamental no apoio para os alpinistas, coordenando através do rádio a comunicação entre as equipes de ataque, além de cuidar do bom funcionamento do acampamento-base.

 

A equipe, sempre muito unida, foi um dos pontos fortes da expedição, Waldemar acredita que era a melhor e a mais experiente equipe que estava enfrentando o Makalu em 2008, com exceção de Arango e Rafael, todos atingiram o topo do Makalu.

 

Outras duas equipes estavam muito bem preparadas, uma coreana e outra inglesa, que chegaram praticamente um mês antes no Makalu, e adiantaram o trabalho de abrir o caminho, fixando cordas até o Makalu La, colo que fica a 7.400m de altitude. Este trabalho acabou poupando muita energia da equipe dos brasileiros, que acabaram tendo que se preocupar apenas com a chegada ao cume, que foi minuciosamente planejada levando em consideração as previsões meteorológicas que eram recebidas a cada seis horas via satélite.

 

O resultado não poderia ser outro, o dia definido para a chegada ao cume foi o 11 de maio, simplesmente o melhor da temporada, totalmente ensolarado e praticamente sem vento. Quase todos chegaram ao cume neste dia, contemplando um belo e denso mar de nuvens que se estendia por volta dos 7.000m de altitude. O argentino Hernan acabou retornando ao seu acampamento no dia 11, por estar sentindo muito o frio, mas no dia seguinte fez nova tentativa com outros espanhóis e também chegou ao cume.

 

Na descida, o equatoriano Santiago contraiu um edema cerebral, acabou sendo resgatado por Hernan e mais dois sherpas, chegou no acampamento-base exausto, mas felizmente sem nenhum problema grave. Outro problema comum nesta temporada foram congelamentos, devido ao frio intenso. Houve a morte de um nepales (sherpa), no Makalu La, também devido a um edema cerebral.

 

Waldemar e irivan voltaram extremamente felizes ao Brasil, chegando em Curitiba no dia 29 de maio! O Makalu foi o 7º Oito Mil para Waldemar, o 3º para o Irivan!

 

 

Um Sonho Chamado K2 - A Saga de Waldemar Niclevicz na Montanha da Morte
Um Sonho Chamado K2 - A Saga de Waldemar Niclevicz na Montanha da Morte
Não deixe de ler a narrativa da conquista brasileira do Everest. Nova edição, revisada e ampliada.
Vídeo da conquista do Everest por Niclevicz pelo Tibet, imperdível!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
Clique para ver a foto ampliada!
 

 
© Waldemar Niclevicz - Powered by WebStorm Internet